Permita-se ao transbordar da alma...
Namastê, Shakty Shala...

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Dançar a vida...

A dança é considerada, para todos os povos, em todos os tempos, um meio de comunicação e expressão. 
Este se materializa através dos movimentos dos corpos, organizados em sequências significativas e de experiências que transcendem o poder das palavras e da mímica. 

É um modo de existir, pois representa a magia, religião, trabalho, festa, amor e morte. 
Os homens dançaram e continuam dançando em todos os momentos solenes de sua existência.

 (GARAUDY, 1980)

A sinceridade do corpo



O corpo, quando se expressa livremente através da dança,  não pode mentir. 

O ritmo está em tudo na circulação na respiração...

 (FUX,M. - 1988).

Festival de Gaia

Inscreva-se logo. Ainda temos vagas para você participar no Festival de Gaia !!!! 
Estarei dançando no evento...


Venha dançar nas tardes de sábado....


O corpo como matéria prima

"O trabalho do bailarino acontece no seu instrumento, ou seja, no seu próprio corpo. Trata-se do trabalho a partir do interior da imagem perfeita de Deus." 
Bernhard Wosien

foto: KatherineCrockett

terça-feira, 7 de maio de 2013

Nós e a natureza...

Hoje em dia, crê-se que a dança em seu início tinha como alvo a imitação das forças da natureza, sua magia e sua fauna, resgatando o que um dia cercou nossos ancestrais, pois através da dança era possível concretizar os símbolos e compreendê-los, unindo-se ao fluxo da vida e ao sagrado. (SCÁRDUA, 2007.)




Um pouco de história da Dança do Ventre

'Os primeiros registros que se tem da dança como hoje conhecemos, e que de alguma forma foram responsáveis pelas mudanças e idéias fantasiosas acerca dessa modalidade, ocorreram no século 18, por um ocidental, o pesquisador alemão Carsten Niebuhr, durante uma expedição ao Yemen em 1762. Onde ele se deparou com as dançarinas numa parada pelo Cairo. Alguns anos mais tarde, em 1798, se realizou a primeira expedição científica para o Egito, em que Napoleão Bonaparte levou em sua equipe artistas como Delacroix, Gérôme e Flaubert. Vindo daí o nome que eles usaram para descrever o que viram: danse du ventre. Também conhecida como Raks el shark (dança do leste) pois foi ao leste do Mediterrâneo, nos países Islamitas, que ela se conservou melhor, atingiu um grau maior de aperfeiçoamento e se caracterizou. Ela se conservou viva, pois as mulheres dançam entre si, sem nunca terem tido aulas. Foi algo passado de geração à geração entre mães e filhas. '(Buonaventura, 1998 - Serpent of Nile) - livre tradução minha do livro
 foto de Ruth St. Denis