Permita-se ao transbordar da alma...
Namastê, Shakty Shala...

terça-feira, 7 de maio de 2013

O corpo...

A Igreja diz: o corpo é uma culpa. 
A Ciência diz: o corpo é uma máquina.
A publicidade diz: o corpo é um negócio. 
E o corpo diz: eu sou uma festa...
(Eduardo Galeano)



Aceite-se

Na sombra não só estão às dificuldades, estão também às potencialidades, qualidades ainda não conscientizadas que podem vir a desabrochar...Vamos dançar nossa sombra... bjks Shakty Shala


O sonho para um despertar... O retorno da Deusa


Ela pergunta:" O que afinal é isso?"
Alguém responde: " Estamos celebrando porque você, uma mulher, consentiu em assumir a plena responsabilidade espiritual por sua vida. Esta é a sua iniciação; a iniciação de alguém que estará a serviço do planeta."
Enquanto ela pensa, ele continua:" E você não é a única. Muitas e muitas mulheres estão chegando para mostrar o caminho."
_ " Mas quem serão nossos mestres?" Protesta ela.
_ " Vocês atuarão como mestras umas das outras. Irão se reunir em grupos, dizendo umas as outras a sua verdade. É chegado o tempo em que as mulheres irão assumir a responsabilidade espiritual do planeta."
( do livro- O jardim sagrado)


Curso Intensivo de Dança do Sagrado Feminino no RJ

8 de abril de 2009

Como escolher uma aula de dança....

Comece buscando por uma aula onde você seja valorizada, e a Dança do Ventre não seja só mostrar a barriga, e sacolejar os seios.
Uma aula onde o dançar busque técnicas específicas e um olhar carinhoso sobre o corpo. 
Onde cada momento, cada encontro, exija o cuidado e o refinamento para tocar o coração e a mente de quem a pratica, para um despertar do feminino e o trabalho em grupo, resgatando os valores humanos.
Aulas que tragam conteúdo histórico, noções de anatomia e a possibilidade de expansão da criatividade e do auto conhecimento. Busque para si o melhor,não confunda qualquer coisa com arte. Exponha o seu corpo e mente a um momento de grande encontro consigo.  Faça Dança do Ventre!




Isadora Duncan


Isadora Duncan

26 de outubro de 2009

Sinto me tão confiante de que a alma pode ser despertada, possuindo completamente o corpo, que quando trouxe crianças para minha escola almejei acima de tudo fazê-las trazer para si mesmas a consciência deste poder dentro delas, da relação que mantêm com o ritmo universal, evocando o êxtase, a beleza desta realização. O meio para este despertar será em parte a revelação da beleza da natureza e em parte daquele tipo de música que o terceiro grupo de compositores nos dá, que surge da alma e fala para a alma.
Há adultos que esqueceram a linguagem da alma, mas as crianças a entendem. É apenas necessário dizer-lhes: “ouçam a música com suas almas. Agora, enquanto ouvem, vocês sentem um profundo despertar interior, vindo de dentro de vocês? - Que é pela sua força que suas cabeças se erguem, seus braços se levantam e que vocês caminham lentamente na direção da luz?”
Este despertar é o primeiro passo na dança, como eu a entendo.
Quando eu comecei a dançar com os movimentos e gestos que minha alma arrebatada sabia como comunicar ao meu corpo, os outros começaram a me imitar, não entendendo que lhes era necessário voltar a um começo, para achar primeiro algo dentro deles mesmos.
Em muitos teatros e escolas via-se este tipo de dançarino, que compreendiam apenas com o cérebro, que sobrecarregavam de gestos suas danças; seus movimentos pareciam vazios, insípidos e destituídos de significado. O que eles traduziam através da mente parecia totalmente de inspiração e de vida. O mesmo acontece com os sistemas de dança que são apenas ginásticas combinadas, compreendidas apenas logicamente (Daltroze, etc). Parece-me um crime impingir as crianças, que não podem se defender, este treinamento prejudicial; pois é um crime ensinar a criança conduzindo seu corpo em desenvolvimento através do poder rígido do cérebro e ao mesmo tempo enfraquecendo seu impulso e inspiração.
A única força que pode satisfatoriamente conduzir o corpo é a inspiração da alma.